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E hoje, já andaste ebriamente? Solto o corpo, na ausência de mentais preocupações, caminhando numa lassidão firme e alegre? Com rosto vivo desconhecedor de conflitos, antes comunicante e empático, sincero e não bajulador. E sentir na palma do pé a presença da leveza, como quem dança pela vida, internando-se sem pensar na inter-relação que é espaço de invisível abraço. Um andar que não é de arrastamento, viciado de cansaço ou contaminado por desânimo pesado. Num andamento assim: descontraidamente firme, despreocupadamente atento, seriamente comprometido com a melódica dinâmica de se ser.